O que acontece quando morremos?

⚠ Desculpe, esse post ficou longo. Você não vai conseguir ler no celular ou nas pressas. Não tinha mais onde reduzir. É um post para quem quer estudar o assunto. ⚠

Apesar dessa ser uma dúvida comum ainda não existe uma única fonte que compile os diferentes pontos de vista. Nenhuma linha de ensinamentos é completa. Escolhi livros e vídeos que se complementam. Apesar de longo, o que tem aqui é o mínimo suficiente. Muita coisa ficou de fora como o Livro dos Mortos Egípcio pois traria informação redundante.

Para entender e acreditar em alguns ensinamentos é necessário prática. Coisa como vivenciar uma projeção astral (saída do corpo), destravar a mediunidade, experimentar diversos estados ampliados de consciência, canalizar mensagens, se comunicar com o outro plano. Isso leva tempo, mas é possível e é bem mais comum do que se pode imaginar.

O risco da morte é uma vez do outro lado você chegar à conclusão que vacilou e perdeu tempo em vida e não fez o que tinha que fazer. Sendo assim, mesmo que você esteja na estaca zero do parapsiquismo, zero mediunidade, mesmo assim existe caminhos. Busque a técnica do “Mais um ano de vida” da Conscienciologia e aplique-a dentro de suas possibilidades. Procure também o “Balanço Existencial”. Essas técnicas mentais farão você pensar sobre coisas como:

  • Se eu morrer hoje, valeu viver?
  • Deixei de fazer coisas que gostaria de ter feito?
  • Levante o extrato da sua conta corrente espiritual. Estou com crédito ou me encontro em débito?
  • Devolvi ao universo tanto quanto me foi dado?

É uma forma racional, direta, sem essa de carma ou espírito. Só depende de você.

PORQUE ESTUDAR SOBRE A MORTE?

O estudo da morte dá conforto nos momentos difíceis mas o mais importante é que nos dá base para a compreensão de diversos aspectos da nossa vida enquanto encarnados.

OK. MAS SEJA DIRETO. O QUE ACONTECE QUANDO MORREMOS?

A resposta direta é que quando morremos acontece uma continuidade. E você escolhe o próximo capítulo. Essa escolha se dá a cada pequeno ato que fazemos enquanto estamos vivos. Mas essa escolha tem que ser autônoma, verdadeira, desinteressada, com lucidez e não uma escolha baseada em medo de ir para o inferno. Não não é assim. Quando você morre você vai para um lugar no mesmo nível das suas ações e pensamentos.

Quer saber para onde você vai quando morrer? Olhe para dentro de você, observe sua mente, o que te impulsiona na vida, suas reais intenções, seus travões evolutivos. Quando morrer você vai se deparar com tudo isso sem máscaras, sem ilusões. Quando você morre você vai para um lugar no mesmo nível das suas ações e pensamentos. É para aí que você vai. Não quero meter medo mas talvez não tenha vovó ou um anjo lhe esperando. Se sua mente é agitada você não vai parar quieto. Se você está em débito talvez chegue a cobrança. Se é materialista extremo, casca grossa, não vai entender o que está acontecendo, ficará perdido. Um milhão de coisas podem acontecer. Inclusive as boas. Você escolhe agora enquanto vivo.

Depois de investir tanto tempo estudando a morte, entendi que a vida é uma oportunidade para acalmarmos a mente e direcionar todas nossas ações e pensamentos para o bem, a ética e as virtudes.


Bem, vamos aos livros que selecionei para o post….


Livro: A MORTE – na visão do espiritismo
Autor:
Alexandre Caldini Neto
Ano: 2013 / Bella Editora
http://www.bellaeditora.com.br/
199 páginas

Índice: pag 1, pag 2, pag 3, pag 4.

Um sucesso de vendas. Em 2013 quando comprei, já eram mais de 50 mil exemplares vendidos. Altamente recomendado ! Independente de você ser adepto ou não ao espiritismo vai te dar boas respostas.

O livro é um compilado de perguntas e respostas para Maria, a filha de um amigo do autor cuja mãe morre e ele tenta confortá-la, explicando para Maria o que acontece quando morremos. São explicações para quem não é espírita. Vai direto ao assunto. Não tem enrolação. Apesar do autor ser espírita, não é dogmático daqueles que fica pregando a palavra de Kardec.

O livro começa com alguns conceitos básicos espíritas, mas logo entra na parte que nos interessa: a morte. O livro é amplo. Ou seja, toca em muitos pontos dentro do tema da morte. Você consegue ver a lista completa dos assuntos no sumário. Clique para ver pag 1, pag 2, pag 3, pag 4.

Indico esse livro para quem quer começar o estudo da morte e precisa de respostas diretas sem enrolação. Começe por aqui e terá respostas para a maior parte de suas dúvidas.

Quase todo conteúdo desse livro é compatível com as diversas linhas espirituais por aí. O livro não entrará nos detalhes das fases, do que sentimos e vemos, para onde vai a mente. Coloque de lado seu preconceito contra o espiritismo e leia.


Livro: A Vida Depois da Morte
Autor:
Yogue Ramacharaca
Editora Pensamento (www.grupopensamento.com.br)
Ano: 1976

Veja o índice aqui.

Diferentes religiões contam cada uma, do seu jeito, o que acontece quando morremos. E nem sempre a história é igual. Umas falam que vamos para o céu, outras falam de uma cidade astral, de uma luz que aparece, outras falam de julgamento e umbral.

Foi com esse livro que consegui fechar essa questão das diferentes visões/versões do que acontece quando morremos. Na minha opinião, esse é seu grande valor. Em suma, as diferentes escolas espirituais contam diferentes versões pois elas focam apenas em certa parte do processo da morte. As possibilidades são inúmeras.

O livro trata de questões básicas mas vai no detalhe da mecânica. Não exige conhecimento de ioga ou budismo. Apesar de usar uma linguagem fácil, o livro só será realmente entendido se você já tem certo conhecimento espiritual, pelo menos de energia. Quem não tem prática nem conhecimento prévio vai achar a coisa sem sentido. Não vai captar os ensinamentos do iogue.

Ramacharaca vai no detalhe do mecanismo da morte. Detalha o que acontece com os corpos sutis em cada etapa. Faz isso como nenhum outro livro.

O livro não ensina práticas energéticas e nem sugere orações, meditações, mantras, santos, gurus ou bodisatvas.

O autor, Yogue Ramacharaca, ou William Walker Atkinson é um daqueles caras com mais de 100 livros publicados. Apesar de ter se iniciado em escolas da cultura Hindu, Mestre Ramacharaca é ocidental e consegue explicar para nós ocidentais como ninguém. Esse não é a tradução de um livro antigo ou escritura. O conteúdo de vários livros de Ramacharaca são baseados em suas próprias experiências parapsiquicas.

É um livro que só vai encontrar em sebo. E se você encontrar esse livro por aí, pode comprar, pois tem muita coisa que não é dita em canto nenhum.


Livro: Dessoma – Novas abordagens para o Estudo da Morte
Organizadores:
Carmen Carvalho e outros
Ano: 2019; 255 páginas
Editora Epígrafe
Veja o sumário: pag1, pag2, pag3, pag4.

A Conscienciologia propõe a palavra DESSOMA (Desativação do Soma) em substituição da palavra morte que remete a “fim”, “extinção”.

Esse livro é um trabalho de vários autores, num total de 27 artigos. Apesar de ser da conscienciologia não possui aquele estilo cansativo de dicionário. É um livro didático.

Um livro que objetiva modernizar nossa visão sobre a morte.

Ao meu ver, o livro cumpre o objetivo prometido no sub-título “novas abordagens para o estudo da morte”. As novas abordagens são de fato originais e só encontramos aqui. São elas:

  • Dessomas (mortes) precoces evitáveis;
  • O impacto do luto na pessoa que está morta, na que partiu.
  • Orientação jurídica facilitando todo o processo de uma eventual morte diminuindo o peso que recai para os que ficam;
  • Projeções astrais relacionadas com morte;
  • Clarividência pré-dessomática que é aquela em que pessoas de idade avançada começam a ver gente (espírito) dentro de casa antes de morrer.
  • Otimização do ambiente físico, comunicação e as relações pessoais para uma morte tranquila.
  • A especialidade técnica do projetor auxiliar. Esse para mim foi um ponto alto do livro. Fiquei surpreso que existe gente que sai do corpo para ajudar outras pessoas no momento da morte. Já tinha visto idéia similar no xamanismo através de manipulações energéticas que facilitasse o desprendimento dos corpos sutis, mas pensar que existe gente viva que se desdobra para ajudar a receber outra lá no astral me deixou de cabelo em pé!

A segunda parte do livro, 65 páginas, são relatos.
A terceira parte do livro, são conceitos da conscienciologia.

Não é um livro para esotéricos ou religiosos. Um livro para o planejamento da morte. Segundo o próprio livro, é recomendado para médicos, cuidadores, psicólogos e psiquiatras.

Livro: O livro tibetano do viver e do morrer
Autor:
Sogyal Rinpoche
Editora:
Palas Athena (http://www.palasathena.org.br/)
572 páginas

Veja o sumário: pag1, pag2, pag3, pag4.

Não confunda esse livro com o Livro Tibetano dos Mortos (Bardo Thodol). O Livro Tibetano dos Mortos é o livro mais conhecido no planeta quando o assunto é a morte. Escrito a milênios foi traduzido para o inglês somente em 1927. O Bardo Thodol vem de uma cultura xamânica popular tibetana anterior ao Budismo, acho que do Dzogchen. Ganhei emprestado O Bardo Thodol quando tinha uns 17 anos e não entendi nada. Quase 30 anos depois descobri que o livro é mesmo muito complicado para qualquer ocidental. Foi com o intuito de facilitar o entendimento dos ocidentais que Sogyal Rinpoche escreveu seu livro.

O Bardo Thodol fala do MORRER. Mas a preparação para a morte é através do que pensamos e fazemos enquanto vivos. O autor então resolve adicionar em seu livro uma parte sobre o VIVER. Por isso seu livro se chama livro do VIVER e do MORRER.

O autor também adiciona em seu livro muitos conceitos modernos do budismo. Ou seja, não é uma adaptação ou re-edição do Livro Tibetano dos Mortos.

O livro de Sogyal Rinpoche é de 1992 e foi traduzido para mais de 30 línguas, já vendeu 3 milhões de cópias. Isso mesmo, MILHÕES de cópias. Durante várias semanas listou nos mais vendidos dos Estados Unidos. A primeira edição em português só chegou para nós em 2013.

O autor diz que o público alvo do livro são cuidadores e psicólogos. Em especial familiares com alguém em condição terminal. O livro não foi pensado para religiosos.

A primeira parte do livro é linda. Uma verdadeira lição sobre o viver. Recomendo a todos.

A partir da segunda parte do livro parece que o autor muda o público alvo e só quem está metido no budismo terá paciência para ler. O livro fica repetitivo, tedioso e dogmático.

O livro finaliza com perguntas e repostas sobre temas modernos como máquinas que nos mantém vivos, coma, lesão cerebral, criogenia e doação de órgãos.

Está organizado em 4 partes: O viver (212 páginas), o morrer (106 páginas), o renascimento (98 páginas) e finaliza com conclusão e apêndices de 60 páginas. 22 capítulos que por serem curtos, facilitam a leitura. Não requer nenhum conhecimento de budismo ou outra tradição.

IDÉIAS PRINCIPAIS DO LIVRO:

  • O livro gira em torno do conceito do bardo. Bardos são momentos críticos em que as possibilidades de liberação ou iluminação são intensificadas. São 4 bardos: A morte, a vida, o após morte e o renascimento.
  • O livro passa uma clara mensagem de desapego, ser gentil e amoroso com todos os seres do universo.
  • Pratique em vida a meditação, a calma e a tranquilidade pois vai precisar dela. Esse é o estado mental mais adequado para uma boa morte.
  • A chave para a felicidade é a simplicidade.
  • A única finalidade séria da vida é aprender a amar outras pessoas e adquirir conhecimentos. Palavras do autor.

IDÉIAS NÃO ORIGINAIS no livro e que também encontramos em outros livros e escolas, mas que vale a pena sempre revisitarmos:

  • A meditação é o único caminho para compreender a natureza da mente.
  • A maioria das pessoas morre despreparada para morrer, assim como vive despreparada para viver.
  • Nossa personalidade é apenas um fluxo mental.
  • Olhar para o interior exige coragem. “Às vezes, mesmo quando a porta da cela se escancara, o priosioneiro prefere não sair”.

ORIGINALIDADE DO LIVRO:

No capítulo 15 encontramos uma descrição sensorial dos momentos finais ainda enquanto estamos presos no corpo físico. A tradição detalha os sinais físicos e internos, psicológicos que passamos quando passamos para o outro plano. Nos fala da dissolução dos sentidos. Ouvimos as vozes mas as palavras vão perdendo seus significados. A visão perde os detalhes e vamos vendo só o contorno. Depois se passa para uma fase intermediária que é mental, com luzes e energia. Não vou descrever aqui nesse post. Está lá bem esmiuçado nas 15 páginas do capítulo 15.

Os processos psicológicos que acontecem depois que nos desprendemos do corpo não são exclusividade do período pós vida. Esses processos acontecem também em vida, outros acontecem durante o sono. Podemos então treinar em vida para a morte. Diz o livro:

“O momento da morte só oferece uma oportunidade real de liberação se tivermos sido introduzidos à natureza da nossa mente”

A introdução à natureza da nossa mente que ele se refere, além do viver amoroso é a prática da meditação, do Trekcho e do Togal. Também menciona a phowa, que é uma prática para direcionar a consciência antes da morte.

A principal prática descrita no livro é a “Guru Ioga”, na qual o aprendiz invoca seu guru. Se você não tem um guru, invoque o santo da sua crença diz o autor. É uma meditação em que se exterioriza intenção e cores, aí o guru aparece e realiza algumas manipulações nos corpos sutis. Para quem vem de outras linhas vai entender que se está projetando energias.

Verdade, seja dita. É o primeiro livro de budismo que vi “abrir o jogo” e contar algum detalhe parapsíquico, mediúnico. No budismo em geral não se fala de energia. O foco do budismo são nas idéias e nos sentimentos. A parte parapsíquica, invocação, incorporação, contato com entidades eles tem. É claro que eles dominam todo o processo. Mas não abrem o jogo com os ocidentais. Tem tudo isso mas guardam para os mais próximos. Um dos motivos talvez seja evitar o mal uso dessas habilidades. O resultado é que você faz a prática deles e cria uma visão longe da realidade. E a realidade é multi-dimensional. Sendo assim, o livro ganhou pontos comigo ao descortinar e não esconder informação.

Outros pontos originais:

  • As pessoas não pensam no futuro daqueles que morreram, como eles seguirão e como ajudá-los. Normalmente uma pessoa morre e nos lamentamos, fazemos luto, mas de forma geral não há uma atividade de ordem prática que o vivo possa fazer para ajudar o morto em sua passagem no outro plano. O livro apresenta uma alternativa.
  • Há uma idéia perdida no livro que me chamou a atenção que é a relação entre entendimento da morte e consequências para o planeta que é óbvia uma vez dita, mas original. Copio o trecho: Os efeitos desastrosos da negação da morte afetam o planeta. Como não creêm em uma continuidade depois da morte, para atingir suas metas egóicas materialistas, pessoas educadas saqueiam e destroem o planeta. Sem uma crença na vida após a morte cria-se uma sociedade fixada no curto prazo, sem muita preocupação com as consequências de seus atos.
  • “Nosso estado de espírito no momento da morte pode influir na qualidade do nosso próximo renascimento”. Frase que o autor importa do Bardo Thodol, o original livro dos mortos.

DISCORDÂNCIA. Você não vai gostar:

  • Os budistas gostam de contar histórias incríveis. O livro tem histórias fantásticas demais. Chegam a ser infantis. Os orientais nos tratam como crianças.
  • Quando falam sobre natureza da mente, não vamos encontrar a mecânica da mente assim como encontramos no Yoga Sutras. Não se anime.
  • É incontável a quantidade de vezes que Sogyal Rinpoche recomenda orar e invocar algum tipo de buda ou guru.
  • O livro poderia ser reduzido consideravelmente.
  • O autor é deslumbrado com a física quântica e adiciona algumas páginas no final que poderiam ter sido evitadas.
  • Tinha comprado esse livro pois o Bardo Thodol descreve os 49 dias seguintes depois que morremos. Esse livro, o “Livro Tibetano do viver e do morrer” não vai entrar nesse assunto. Para isso tem mesmo que ler o Bardo Thodol ou assistir os 2 vídeos que coloco no final desse post.

É um livro para se abrir o coração, mas é também um livro de práticas. O livro apresenta várias orações, práticas meditativas, de visualização e respiração. Apesar da beleza, não me interessei a praticar nenhuma delas por alguns motivos:

  • As prática meditativas são “soltas”, não fazem parte de uma linha maior. Teria que me converter ao budismo.
  • Algumas práticas necessitam de um guru;
  • Práticas de diferentes religiões não devem ser misturadas sem critérios feito quem mistura ingredientes a gosto na cozinha;
  • Bom são práticas com grupos que possamos compartilhar os aprendizados. Novamente, teria que me converter ao budismo.
  • Não me interessa prática que não exista divulgação seja em livros, vídeos ou cursos. Teria que me converter ao budismo.
  • Algumas práticas tem indicação para fazermos até o final da vida para somente lá no final termos algum ganho. Acredito em evolução gradual, passo a passo. Cada andar da evolução tem sua prática correspondente. Existem frutos ao longo da caminhada. E vamos pouco a pouco decidindo se esse é mesmo o caminho que queremos seguir. Comprometimento assim para o final da vida já bastam o casamento e a tenepes 🙂

O autor, tibetano, Sogyal Rinpoche (1947-2019) foi um dos budistas mais conhecido no planeta perdendo apenas para o Dalai Lama. Dizem ser a re-encarnação de um grande mestre do século 19. Ainda no auge de sua fama, Sogyal Rinpoche se envolveu em escândalos de abuso físico, sexual, financeiro e psicológico em seus alunos. Me lembra o caso de João de Deus. Não estou comparando os abusos de um com o outro, quem foi melhor ou pior. Estou fazendo a associação por ser mais um grande líder espiritual envolvido nesses casos. O Dalai Lama disse que quando os lamas vão por esse caminho é porque não seguiram o verdadeiro budismo e que deveríamos divulgar suas falhas. Bem, devemos desconsiderar o livro e jogar fora por causa disso? É o verdadeiro budismo? Eu li o livro, gostei bastante e só vim a saber desses casos depois de ter lido o livro fazendo esse resumo.


SELEÇÃO DE VÍDEOS RELACIONADOS COM O TEMA

Quero começar os vídeos com a excelente aula de Isis Ribeiro. Ela nos fala desse processo de morte, tim tim por tim tim. Muito bom! 47 minutos. O conteúdo é baseado nos seguintes 3 livros: “A chave para a teosofia” de Helena Blavatsky; “Cartas dos Mahatmas” (Para A. Sannett); “A sabedoria antiga” (Annie Besant)

As principais idéias do Bardo Thodol (O original livro Tibetano dos Mortos) explicado pela professora de filosofia Lúcia Helena Galvão. Também muito muito bom. 1:18 min.

Explicação das fases descritas no livro tibetano dos mortos. Sem filosofia. Vídeo em inglês. Muito bom! (48 minutos)

Karina Gonçalves nos explica o Desencarne e Funeral na Umbanda (7 minutinhos).

Como a morte é representada pelo Islam? Por Fatima Cheaitou (Fatuma) – Também 7 minutinhos.

Numa aula de 2008 Waldo Vieira fala e responde perguntas sobre as consciências que estarão lhe esperando quando você morrer. Daquele jeitinho direto e carismático de Waldo. 2 horas.

Osho explica o que acontece quando você morre. 10 minutos. Dublado.

O QUE LIDAR COM A MORTE ENSINA SOBRE A VIDA com Ana Claudia Arantes.
Rapidinho, 3 minutos.

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