Técnica que uso

A meditação que faço segue dois passos que explico abaixo de forma simplificada.

No primeiro passo busco sua capacidade natural de auto-cura. As percepções para quem está ali são bem diversas. Alguns percebem movimentos internos sutis. Outros percebem uma melhora física instantânea. Aqui nos preparamos para o segundo passo.

O segundo passo é uma ida para o bem estar. Vamos juntos a um estado de saúde, generoso, que tem como objetivo criar um referencial para te lembrar como é. O que se percebe e até onde podemos ir é uma experiência bem pessoal. Cada vez, cada dia vamos mais longe. Para dar certo, o principal é estar com coração e mente abertos.

O importante é que esse estado que atingimos pode e deve ser alcançado sozinho em casa, no trabalho, em um momento de pausa que você pode se dar. Não tem técnica para seguir. Nesse precioso momento de pausa é só se lembrar como foi quando fizemos juntos. E melhor: Não precisa de mim!

A TÉCNICA UTILIZADA TEM UM NOME?
O primeiro passo descrito acima se chama Radi. Alguns colegas mais evoluídos me ensinaram. A palavra Radi ou Rafi, tem origem no árabe e significa “amigo”. É uma técnica holística, energética, rápida, sem contato físico, com foco no resgate da capacidade natural de restauração da saúde que todos temos.

É REIKI?
Não é Reiki. Também não é imposição de mãos. Não uso altar, cristais, velas ou florais. Não prescrevo. Não sou médico.
Apesar de haver um efeito positivo imediato no humor, no relaxamento mental, não se trata de psicoterapia. Não sou psicólogo. Nessa prática não há diálogos. Quanto menos falamos, melhor é.

É ALGUMA PRÁTICA RELIGIOSA?
Não. Não é derivada nem associada a nenhuma religião.
Mas acredito que a espiritualidade nos acompanha em todos os momentos da vida. Em tudo que fazemos ela está lá tentando nos ajudar. É uma opinião pessoal. Sempre peço que ela me oriente e me ajude.

PORQUE É DE GRAÇA?
É uma forma de eu retribuir tudo que já recebi.